História da Ocupação
PASSADO
A ocupação se iniciou com 15 famílias, que ali chegaram durante a pandemia, em razão da grave crise financeira que dificultava o pagamento do aluguel e a subsistência. O local foi escolhido porque se trata de uma terra pública, que deveria ser destinada à moradia social. A intenção é, portanto, de dar à terra a destinação que deveria ter tido desde o princípio.
No início dos anos 90, as glebras foram adquiridas pela Prefeitura Municipal, que realizaria a infraestrutura e doaria ou venderia a preços baixos para famílias de baixa renda. Nesse contexto, dinheiro público foi investido na construção de alguns equipamentos básicos, como guias, bueiros e rede de esgoto. No entanto, o projeto foi abandonado algum tempo depois.
Por tal razão, em algumas ruas de terra existem guias e bueiros destampados com pedaços de pau em seu interior para evitar acidentes.
A falta de manutenção ao longo dos anos tornou tal infraestrutura inutilizável. A constatação foi feita pela própria Prefeitura Municipal há alguns anos quando tentou elaborar um novo projeto de construção de moradias em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Assim como o primeiro projeto, esse também não avançou.
FUTURO
Para tentar reverter tal situação, a parceria entre o Escritório Modelo de Arquitetura e o Laboratório de Pesquisa da Universidade Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, campus de Bauru, está elaborando projeto urbanístico para o Acampamento com o objetivo de auxiliar os moradores na autoconstrução do local para quando houver possibilidade de regularização fundiária, tudo estar de acordo com as exigências legais.
Por esse motivo, a demarcação dos lotes foi feito no padrão de moradia social (10x20m), o que também viabiliza a colocação de postes de energia elétrica pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL).
GALERIA
Caro visitante, para uma melhor experiência ouça os áudios e conheça um pouco mais sobre a ocupação.








